Secretário diz: 'Só com Polícia, não vai resolver o problema '
1.400 novos PMs foram recebidos em cerimônia no Centro de Eventos, com o governador Camilo Santana e o titular da SSPDS, André Costa ( Foto: Reinaldo Jorge )
Ao mesmo tempo em que a Polícia Militar recebe novos profissionais, que terão a missão de evitar crimes e diminuir os índices de violência no Ceará, o secretário de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), André Costa, afirmou que somente o reforço no efetivo não é o bastante para diminuir a insegurança da população. "Só com a Polícia, a gente não vai resolver o problema de segurança, da violência, de homicídios e de assaltos", ponderou o titular da Pasta.
A declaração foi dada durante aula inaugural do Curso de Formação Profissional, ofertado pela Academia Estadual de Segurança Pública (AESP), para os 1.400 aprovados no último concurso da PM que compõem a segunda turma, na manhã da última sexta-feira (20), no Centro de Eventos do Ceará (CEC).
Para alcançar melhores resultados na Segurança, André Costa defendeu a integração estratégica com outros setores dos governos Municipal e Estadual: "É esse exatamente o programa 'Ceará Pacífico', que a gente traz as pastas da Educação, da Saúde, da Cultura, do Esporte, da ação social, para que, integradas à Segurança, a gente possa ouvir o que a população está demandando e, assim, busque fazer essas ações em várias áreas". Segundo ele, o resultado desse planejamento conjunto resultará em "uma maior segurança, uma maior paz para o Estado".
Em um cenário de aumento de 31% dos homicídios no Ceará, no primeiro semestre deste ano, o secretário comemorou o trabalho dos órgãos de inteligência, destacando que há pouco tempo o cenário era outro. "A inteligência policial aqui do Ceará já evoluiu bastante, porque no início do ano havia uma desintegração. Várias inteligências, hoje, sentam e discutem juntas as ações", afirmou.
Os 1.400 alunos, aprovados no concurso da Polícia Militar ainda em 2016, começaram um treinamento de cinco meses para o ofício. Até setembro, os novos PMs participam de aulas teóricas e práticas na sede da AESP.
Conforme anunciou o governador do Estado, Camilo Santana, a ideia é colocar os novos policiais nas ruas imediatamente após o término do Curso. O concurso aprovou 4.200 pessoas, que foram divididas em três turmas. Os últimos 1.400 aprovados devem começar a preparação entre agosto e setembro deste ano. "A nossa meta é ter esse reforço na Segurança Pública até o início do ano que vem", ressaltou Camilo.
Integrante da segunda turma, Giovanni Pio, de 30 anos, demonstrou comprometimento com o trabalho. "A meu ver, nossa missão enquanto profissionais da Segurança do Ceará já começou desde quando recebemos o resultado positivo do concurso", considera.
Andreza Rakoff, de apenas 18 anos, avalia a oportunidade de atuar na Polícia Militar como "a realização de um sonho" que, segundo ela, começou ainda na infância. "Era um desejo que eu demorei a acreditar que ele fosse se realizar", conta. Em paralelo ao trabalho, foram dois anos intensos de estudo. "Eu estudava manhã, tarde e noite, sempre que podia, e acabou dando certo", diz a jovem, salientando que a sua atuação será marcada pela responsabilidade com a segurança da população na rua. (Colaborou Felipe Mesquita).
Fonte: DN
Ao mesmo tempo em que a Polícia Militar recebe novos profissionais, que terão a missão de evitar crimes e diminuir os índices de violência no Ceará, o secretário de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), André Costa, afirmou que somente o reforço no efetivo não é o bastante para diminuir a insegurança da população. "Só com a Polícia, a gente não vai resolver o problema de segurança, da violência, de homicídios e de assaltos", ponderou o titular da Pasta.
A declaração foi dada durante aula inaugural do Curso de Formação Profissional, ofertado pela Academia Estadual de Segurança Pública (AESP), para os 1.400 aprovados no último concurso da PM que compõem a segunda turma, na manhã da última sexta-feira (20), no Centro de Eventos do Ceará (CEC).
Para alcançar melhores resultados na Segurança, André Costa defendeu a integração estratégica com outros setores dos governos Municipal e Estadual: "É esse exatamente o programa 'Ceará Pacífico', que a gente traz as pastas da Educação, da Saúde, da Cultura, do Esporte, da ação social, para que, integradas à Segurança, a gente possa ouvir o que a população está demandando e, assim, busque fazer essas ações em várias áreas". Segundo ele, o resultado desse planejamento conjunto resultará em "uma maior segurança, uma maior paz para o Estado".
Em um cenário de aumento de 31% dos homicídios no Ceará, no primeiro semestre deste ano, o secretário comemorou o trabalho dos órgãos de inteligência, destacando que há pouco tempo o cenário era outro. "A inteligência policial aqui do Ceará já evoluiu bastante, porque no início do ano havia uma desintegração. Várias inteligências, hoje, sentam e discutem juntas as ações", afirmou.
Os 1.400 alunos, aprovados no concurso da Polícia Militar ainda em 2016, começaram um treinamento de cinco meses para o ofício. Até setembro, os novos PMs participam de aulas teóricas e práticas na sede da AESP.
Conforme anunciou o governador do Estado, Camilo Santana, a ideia é colocar os novos policiais nas ruas imediatamente após o término do Curso. O concurso aprovou 4.200 pessoas, que foram divididas em três turmas. Os últimos 1.400 aprovados devem começar a preparação entre agosto e setembro deste ano. "A nossa meta é ter esse reforço na Segurança Pública até o início do ano que vem", ressaltou Camilo.
Integrante da segunda turma, Giovanni Pio, de 30 anos, demonstrou comprometimento com o trabalho. "A meu ver, nossa missão enquanto profissionais da Segurança do Ceará já começou desde quando recebemos o resultado positivo do concurso", considera.
Andreza Rakoff, de apenas 18 anos, avalia a oportunidade de atuar na Polícia Militar como "a realização de um sonho" que, segundo ela, começou ainda na infância. "Era um desejo que eu demorei a acreditar que ele fosse se realizar", conta. Em paralelo ao trabalho, foram dois anos intensos de estudo. "Eu estudava manhã, tarde e noite, sempre que podia, e acabou dando certo", diz a jovem, salientando que a sua atuação será marcada pela responsabilidade com a segurança da população na rua. (Colaborou Felipe Mesquita).
Fonte: DN

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