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A ESCRITORA QUIXEREENSE PEDE APOIO A COMUNIDADE JAGUARIBANA PARA O LANÇAMENTO DE SUAS OBRAS LITERÁRIAS


Maria Wanderléa de Lima, nasceu no dia primeiro de Janeiro de 1967 em Quixeré Ce. Estudou o ensino médio, filha de Maria Ilda de Lima e Joaquim Lopes Sombra. Teve uma infância simples, porém agradável. Suas brincadeiras e aventuras foram de crianças do sertão nordestino que se encantam com as belezas do luar  do sertão. Aos vinte três anos de idade descobriu o encanto da poesia em minha vida, trazendo na alma o lirismo da palavra versada. Em 1991, comecei a escrever poesias de cordel e infantis, daí por diante mergulhei no rio da poesia, onde a correnteza é infinita. Produzi doze cordéis com temas variados. Em 1997 publicou Um Encanto de Poesias, 2007 Recordação do Passado, 2013 Galhos de Ilusão, 2014 dois livros infantis O Menino e o Vento e O Menino e o Canarinho 2015 Tudo Passa lançado na Câmara de Vereadores e no dia do Professor. Já 
são 27 anos de produção literária e gostaria de contar com mais apoio do poder público e a sociedade em geral Fone : 997297179  Breve estarei fazendo lançamentos de outros livros para o enriquecimento da literatura Quixereense.
A escritora quixereense Wanderléa Lima que já tem vários livros lançado no mercado literário, está com outros livros para ser lançado no editorial, versando sobre temáticas do nosso cotidiano da vida. São eles: 1 e 2 de Poesia Infantil Ainda Resta Uma Esperança, Se Voltasse Amanhã e o terceiro Vamos Brincar no Jucá e ainda um CD com 60 Poesias acompanhada de Fundo Musical,  mas o que está faltando mesmo é condição financeira da escritora para pagar a Editora. Por isso ela vem através dos meios de comunicação pedir ajuda para a realização dessas obras literária. A nossa Academia de Letras limoeirense, setor público municipal e a iniciativa privada para que possa conseguir uma editora que possa ajudá-la.   
                 LEIA A POESIA  O PRISIONEIRO DO AMOR PARA OS INTERNAUTAS WANDERLÉA


Há! Se eu fosso um pássaro
Quem me dera se eu fosse um pássaro
Para soltar minhas asas por esse vale deserto
E nesse céu aberto voar, voar, voar
Pois vivo numa prisão há a tatos anos
Já procurei a chave a tantos anos
E não achei  não encontrei
Não sei onde está, aonde está?
Vem me dizer quem sabe você possa me libertar
Pois minha prisão é mais que uma gaiola
Se fosse uma gaiola eu me disfarçaria triste
E ao colocar o alpiste eu sumiria
E subiria no espaço e que espaço
Eu ia até o horizonte
E extasiava nos montes para nunca mais voltar
Para nunca mais me ver e ia morrer
Sem notícias mais dá
Mas eu não sou um pássaro
Sou um fracasso
O prisioneiro do amor
Que me trancou nas grades da solidão
E deixou meu coração no cadeado da dor
Ah! Se eu encontrasse ou você entregasse
Eu daria todo ouro, o meu oculto tesouro revelaria a você
Hoje você ia ser
O mais rico desse mundo
Nem que fosse um vagabundo você ia merecer
Eu vou deixar um lembrete
Aqui nesse bilhete
Por onde você passar
Se caso você achar
A chave com nome amor
Traga ela por favor
Pra mim testar nessa porta
Quem sabe ela mim conforta
Ao abrir minha prisão
E ao abrir meu coração
Libertará do fracasso
Não cairá mais no laço
Das garras da sedução.
Fonte: Quixeré Notícias!

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