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REFLEXÃO SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, ACORDA POVO BRASILEIRO!


Passando 195 anos de independência do Brasil, fazemos algumas reflexões sobre a sociedade brasileira no contexto político, econômico e cultural. Ainda hoje comemoramos o 7 de Setembro de forma subserviente frentes as autoridades federais, estaduais e municipais, sem fazermos uma reflexão crítica do nosso real contexto político atual. Respeitarmos a nossas autoridades como representantes constituído sim, mas era necessário um resgate maior da nossa cidadania principalmente nas cidades pequenas desse país que vive sérios problemas nas administrações como se o problema fosse somente lá de cima. Não! Nas esferas municipais também onde o poder legislativo tem um papel fundamental no âmbito de fiscalizar o executivo, ficam a grande maioria ao lado das benesses oferecidas. Num país que ainda a maioria das cidades utilizam o modelo Lixões a céu aberto, transporte escola em algumas cidades sucateados, saúde pública abandonada, outras burlando a constituição com contratos temporários, a lei do nepotismo deitando e rolando sem se falar na corrupção escancarada com o dinheiro público. As reformas do governo federal toda em cima da classe trabalhadora aquela que mais paga impostos. Eles falam de crise 24 horas, mas os subsídios começando desde os vereadores até o presidente não tem crise. É Hora de Acordamos Nação Brasileira.
Independência do Brasil é um processo que se estende de 1821 a 1825 e coloca em violenta oposição o Reino do Brasil e o Reino de Portugal, dentro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. As Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas em 1820, como uma consequência da Revolução Liberal do Porto, tomam decisões, a partir de 1821, que tinham como objetivo reduzir novamente o Brasil ao seu antigo estatuto colonial.
Antecedendo o processo de independência do Brasil, mas com fortes influências sobre o mesmo, ocorre a transferência da corte portuguesa para o Brasil. Em 1807, o exército francês invadiu o Reino de Portugal, que se recusava a se juntar ao bloqueio continental contra o Reino Unido. Incapaz de resistir ao ataque, a família real e o governo português fugiram para o Brasil, que era então a mais rica e desenvolvida das colônias lusitanas.[1][2] A instalação do Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro traz uma série de transformações políticas, econômicas e sociais que levam à decisão do Príncipe Regente D. João, consumada em 16 de dezembro de 1815, de elevar o Brasil à condição de reino, unido com sua ex-metrópole.
Porém, em 1820, uma revolução liberal eclodiu em Portugal e a família real foi forçada a retornar para Lisboa. Antes de sair, no entanto, D. João nomeia o seu filho mais velho, D. Pedro de Alcântara de Bragança, como Príncipe Regente do Brasil (1821). Fiel ao seu pai, o príncipe-regente vê sua condição complicada pela vontade política das cortes portuguesas em repatriá-lo e de retornar o Brasil ao seu antigo estatuto colonial. Oficialmente, a data comemorada para independência do Brasil é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga", às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo). Em 12 de outubro de 1822, o príncipe foi proclamado imperador pelo nome de Pedro I e o país leva o nome de Império do Brasil.
Assim começou a guerra de independência que vê nascer e atuar o exército brasileiro, formado a partir da contratação de mercenários, do alistamento de civis e de tropas coloniais portuguesas,[3] contra aquelas que permaneceram fiéis ao Reino de Portugal em algumas partes do país.[4] Em meio ao conflito, há em Pernambuco o levantamento da Confederação do Equador, que pretendia formar seu próprio governo, republicano, mas foi duramente reprimido. Depois de três anos de conflito armado, Portugal finalmente reconheceu a independência do Brasil, e em 29 de agosto de 1825 foi assinado o Tratado de Amizade e Aliança firmado entre Brasil e Portugal. Em troca, o Brasil se comprometeu a pagar ao Reino de Portugal uma indenização substancial e assinar um tratado de comércio com o Reino Unido, para indenizá-lo por sua mediação.
Fonte: Direto da Redação J. Honorato

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